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A mostrar mensagens de Setembro, 2017

Quem usa calças lá em casa?

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Geralmente, a expressão “quem usa calças lá em casa sou eu” está conotada com o assumir da responsabilidade e liderança do lar. Não sabendo se é uma expressão típica portuguesa, era pelo menos costume ouvir-se a dita cuja quando um homem tinha que “reclamar o seu território” em discussões sobre o casamento, a casa, etc…
Tradicionalmente, a ideia associa-se logo ao pai de família, que assume um papel de provedor e sustentador da mulher e dos filhos. Esta é a visão popular que pulula nas nossas cabeças. Hoje em dia, a realidade parece querer ser outra. Sobretudo com o aparecimento de movimentos que têm vindo a distorcer o que de positivo o feminismo conquistou para as mulheres (direito ao voto, proteção contra o abuso sexual pelo próprio marido, etc.), como a Femen. A questão que se levanta, pelo menos para as gerações mais novas, é perceber como devem funcionar o homem e a mulher na família, na sociedade, até mesmo na Igreja. Se movimentos ultra-feministas e extremistas, como a Femen, s…

Somos (mesmo) todos “anormais”…

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Chamar anormal a alguém não é bonito. Pior que isso, é fazer troça de quem sofre com alguma dificuldade física ou psicológica, que causa impedimento para que a vida possa correr de modo a que chamamos “normal”.

Mas com tanta necessidade de marcar espaço num mundo tão estridente, colorido e confuso, existe quem sobressaia não pelo que faz, mas sim pelo que não faz. São pessoas ditas “anormais” nos dias de hoje. 

O que é curioso é que essa “anormalidade” não é nova e já vem dos tempos de Adão e Eva. Quando pensamos em pessoas como Enoque, Job ou Estevão, somos confrontados com gente “anormal” para a sua época e sociedade. Gente cheia do Espírito Santo e focada em Deus, exemplos para nós. Enoque foi “guardado” por Deus depois de uma vida de proximidade e intimidade com Ele. Job passou “as passas do Algarve” ao perder todas as riquezas, filhos e filhas. Estevão foi morto à pedrada porque desafiou o politicamente correto e anunciou o Evangelho sem medos, perante quem o acusava de dizer heres…

O melhor conselho

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Ter um filho ainda infante é uma aventura agridoce — com coisas fáceis e outras mais desafiantes. No meio das “afinações” que vamos fazendo para ajudá-lo a construir o seu caráter, no sentido cristão da palavra, damos dezenas os pequenos conselhos e ordens (proporcionais à sua idade), virados para questões do dia a dia: “Espera! O frango está quente!”; “Cuidado, o chão está molhado. Podes cair!”; “Come devagar.”, etc.
Ao longo da vida do meu filho esses conselhos passarão para assuntos mais complexos, proporcionais também no tempo, pois muitos vão-se refletir no seu futuro a médio/longo prazo. E esperamos, ao longo do seu crescimento, ir caminhando lado a lado enquanto ele descobre Deus, os outros, a vida, num mundo cada vez mais complexo, em que ser sal que salga e luz que ilumina é um verdadeiro desafio!