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Quem usa calças lá em casa?

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Geralmente, a expressão “quem usa calças lá em casa sou eu” está conotada com o assumir da responsabilidade e liderança do lar. Não sabendo se é uma expressão típica portuguesa, era pelo menos costume ouvir-se a dita cuja quando um homem tinha que “reclamar o seu território” em discussões sobre o casamento, a casa, etc…
Tradicionalmente, a ideia associa-se logo ao pai de família, que assume um papel de provedor e sustentador da mulher e dos filhos. Esta é a visão popular que pulula nas nossas cabeças. Hoje em dia, a realidade parece querer ser outra. Sobretudo com o aparecimento de movimentos que têm vindo a distorcer o que de positivo o feminismo conquistou para as mulheres (direito ao voto, proteção contra o abuso sexual pelo próprio marido, etc.), como a Femen. A questão que se levanta, pelo menos para as gerações mais novas, é perceber como devem funcionar o homem e a mulher na família, na sociedade, até mesmo na Igreja. Se movimentos ultra-feministas e extremistas, como a Femen, s…

Somos (mesmo) todos “anormais”…

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Chamar anormal a alguém não é bonito. Pior que isso, é fazer troça de quem sofre com alguma dificuldade física ou psicológica, que causa impedimento para que a vida possa correr de modo a que chamamos “normal”.

Mas com tanta necessidade de marcar espaço num mundo tão estridente, colorido e confuso, existe quem sobressaia não pelo que faz, mas sim pelo que não faz. São pessoas ditas “anormais” nos dias de hoje. 

O que é curioso é que essa “anormalidade” não é nova e já vem dos tempos de Adão e Eva. Quando pensamos em pessoas como Enoque, Job ou Estevão, somos confrontados com gente “anormal” para a sua época e sociedade. Gente cheia do Espírito Santo e focada em Deus, exemplos para nós. Enoque foi “guardado” por Deus depois de uma vida de proximidade e intimidade com Ele. Job passou “as passas do Algarve” ao perder todas as riquezas, filhos e filhas. Estevão foi morto à pedrada porque desafiou o politicamente correto e anunciou o Evangelho sem medos, perante quem o acusava de dizer heres…

O melhor conselho

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Ter um filho ainda infante é uma aventura agridoce — com coisas fáceis e outras mais desafiantes. No meio das “afinações” que vamos fazendo para ajudá-lo a construir o seu caráter, no sentido cristão da palavra, damos dezenas os pequenos conselhos e ordens (proporcionais à sua idade), virados para questões do dia a dia: “Espera! O frango está quente!”; “Cuidado, o chão está molhado. Podes cair!”; “Come devagar.”, etc.
Ao longo da vida do meu filho esses conselhos passarão para assuntos mais complexos, proporcionais também no tempo, pois muitos vão-se refletir no seu futuro a médio/longo prazo. E esperamos, ao longo do seu crescimento, ir caminhando lado a lado enquanto ele descobre Deus, os outros, a vida, num mundo cada vez mais complexo, em que ser sal que salga e luz que ilumina é um verdadeiro desafio!

“Tá a escaldar!”

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Falar sobre intimidade e sexualidade com adolescentes é sempre uma aventura. E se lhe acrescentarmos o facto de serem cristãos, então é algo só mesmo para pessoal com coragem (e loucura) para isso. É qualquer coisa na linha de querer rebentar com a Death Star do Darth Vader, armado com um palito e sem saber bem se não aparecem Stormtroopers a mais para nossa nave.

Já sei que existe gente que discorda do que escrevi acima. Mas faz lá um exercício de reflexão e pensa: quantas vezes é que já falaram contigo sobre temas “quentes”, de modo direto (e direto não é falar sujo, nem com termos ordinários), esclarecido (sem histórias que tu percebes logo que não encaixam no que procuras saber) e biblicamente são (isto é, com base nas Escrituras e naquilo que Deus verdadeiramente diz)?

“Já não há canções de amor como havia antigamente”1

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O refrão, saído das mãos do conhecido letrista Carlos Tê, dá a tónica à música e interpretação do (ainda) mais conhecido Rui Veloso.  Como já lemos algures nesta revista, o amor está em crise — e como está em crise as palavras para expressá-lo também o estão. Não falo do amor egoísta mas do amor comprometido, do amor que tudo sofre, espera, suporta (1 Coríntios 13). 

A paixão momentânea amadurecia para um amor para a vida, mesmo com imperfeições, mas é hoje substituída por uma coleção de amores e desamores. O desapego e o egoísmo andam de mãos dadas nas relações, que depois se tornam “ralações” e terminam quase sempre com dor, além das marcas perversas que ficam nos próprios, nos filhos e no circulo de familiares e amigos. Como reza o mesmo poema “Já não há canções de amor por não haver quem acredite.”1 O psiquiatra e escritor espanhol Enrique Rojas, numa entrevista ao jornal Público, afirmou: "O grande erro do século XX foi acharmos que o amor era só um sentimento, que vai e vem.…

Sede de algo mais que títulos

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Hoje somos continuamente bombardeados com notícias, updades de estados, atualizações de dados, o que quer que lhe chamemos… é a vida ao limite na era da informação no imediato.
Isso não será mau de todo, muito embora o reconhecido professor e consultor Peter Drucker fosse da opinião que “Quanto menos dados precisarmos, melhor a informação”. A ideia de Drucker partia de um ponto essencial… estamos mais bem informados, se tivermos menos quantidade de dados a flutuar à nossa volta. Basta a quantidade certa, fulcral e fundamental. Tudo o resto é “entulho para o cérebro, barulho que vai distrair o nosso órgão responsável por armazenar e gerir a informação.

5 erros comuns na Comunicação de Eventos

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1) NÃO ANUNCIAR O EVENTO ATEMPADAMENTE - Nem 8 nem 80, mas se quer que as pessoas reservem nas suas agendas os dias do evento, faça-o com a maior brevidade possível. Para isso, antes da comunicação, há toda a preparação do evento que deve ser feita também com tempo. Quanto maior a abrangência (local, regional, nacional ou global), maior a antecipação. Não é por acaso que grandes eventos internacionais são anunciados com 1 ano ou mais de antecedência. Alguns são preparados com 2 e 3 anos de antecedência para que a primeira comunicação com datas, locais e principais oradores, seja real e fidedigna.