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5 erros comuns na Comunicação de Eventos

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1) NÃO ANUNCIAR O EVENTO ATEMPADAMENTE - Nem 8 nem 80, mas se quer que as pessoas reservem nas suas agendas os dias do evento, faça-o com a maior brevidade possível. Para isso, antes da comunicação, há toda a preparação do evento que deve ser feita também com tempo. Quanto maior a abrangência (local, regional, nacional ou global), maior a antecipação. Não é por acaso que grandes eventos internacionais são anunciados com 1 ano ou mais de antecedência. Alguns são preparados com 2 e 3 anos de antecedência para que a primeira comunicação com datas, locais e principais oradores, seja real e fidedigna.

Salvador

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Salvou-nos a honra. Levou-nos ao rubro. Fez o (quase) impossível. Foi assim que, depois quase 50 tentativas, conseguimos. Muitos anos depois dos tempos áureos do Festival da Canção, naquela época em que havia um e depois dois canais televisivos, na qual o país parava para ver a competição — a nacional e a europeia — aconteceu outra vez. E ganhámos.

Durante uns tempos o povo andou feliz. A vitória do Salvador somou-se a outros eventos que marcaram alguns por motivos de devoção religiosa e/ou clubística... outros, nem por isso. A verdade é que todos estes acontecimentos deram um alento à nação, se bem que passageiro, até voltarmos às rotinas e problemas diários da vida, do país e do mundo.

A canção que o Salvador interpretou de forma fantástica, escrita pela irmã, Luísa Sobral, fez-me pensar no “meu” Salvador.

Quem tem telhados de vidro...

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“Quem tem telhados de vidro não atira pedras ao do vizinho.” diz o ditado. O que que isto dizer? Todos temos as nossas fraquezas e, por isso, devemos ter cuidado ao apontarmos o dedos ao outros. Na realidade, esquecemos isto muitas vezes... daí ser útil o ditado — para, de uma forma resumida, nos fazer “assentar os pés na terra” e trazer à memória uma verdade que tínhamos esquecido, ou até que ignorávamos ser possível, dada a nossa autoimagem inchada pela presunção de que temos tudo controlado e só os outros é que “põem o pé na poça”.

Lamento informar-vos — todos temos telhados de vidro. O facto de sermos seguidores de Jesus e de termos aceite a Sua salvação, reconhecendo a nossa bancarrota espiritual, não nos isenta desta verdade — todos temos defeitos, todos erramos, todos temos alguma coisa que precisa (ainda) ser trabalhada por Deus na nossa vida. Estamos no processo. O reconhecimento da nossa necessidade de receber Cristo como nosso Senhor é o primeiro passo. É o admitirmos que “p…

A peregrinação

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Os olhos cansados de palmilhar a vida não encontravam repouso senão numa breve e ténue esperança de chegar ao destino. Uma peregrinação que tinha como bordão a doença e como alívio para a sede a “fome” de uma resposta para os problemas da vida. E não era o único. Caminhavam com ele tantos outros, com outras origens, com outras “fomes”. Ao chegar, fazia as suas preces, cumpria preceitos e até implorava com os joelhos rasgados por um milagre. No regresso, vinham com ele os mesmos problemas e dores. Mas tinha que tentar, outra vez. E se não fosse ali, noutro lugar. Noutra pessoa. Noutro caminho.

Quantas peregrinações fazemos pela vida, procurando respostas e soluções? Nos altares que construímos no nosso coração colocamos aquilo ou aquele(s) que, pensamos, vão solucionar os nossos problemas — dinheiro, pessoas, casamento, carreira. Queremos que tudo mude à nossa volta, mas nós não queremos mudar. E não queremos outro caminho senão aquele que parece bem aos nossos olhos. Que é mais confort…

Não há casos perdidos

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O título talvez faça ressuscitar em alguns episódios impregnados nas células mentais e emocionais desde a infância. “És um caso perdido!” diziam, sem medir consequências. Sem querer entrar num circuito de simplismo e facilitismo descartista, desta vez preencho o espaço com exemplos de carne e osso. Supostos “casos perdidos”. Dou a conhecer rasgos de esperança, percursos reais e presentes.

Era trabalhador, dedicado e muito ligado à família. Tinha um problema de saúde que transportava desde que se conhecia. Os altos e baixos emocionais, por ter uma doença crónica, eram constantes, mas fizeram-no procurar em Deus o seu refúgio. Um dia ganhou coragem de partilhar o seu problema com alguém. A doença ainda estava lá, companheira de todos os dias, e as dúvidas acerca do futuro também. No meio do turbilhão de emoções e  questionamento, não deixou de lutar, de buscar de Deus a força emocional – e física – de que necessitava. As melhorias foram progressivas, em ambas as áreas. Os anos passaram. …

MasterChef

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Um dos programa de TV que mais aprecio é o MasterChef Australia, porque junta duas coisas de que gosto muito: cozinhar e a Austrália! 

É fantástico ver como cozinheiros amadores podem aprender e melhorar os seus conhecimentos de tal forma que se tornam cozinheiros profissionais – a que atualmente gostamos chamar de chefs. Eles deixam família, amigos e projetos de vida para lutar por um sonho. Os jurados também são uma parte importante do programa, com as suas dicas de culinária, encorajando, alertando, etc.

Apesar de toda a evolução dos concorrentes, ao longo do programa eles vão sendo postos à prova e, um a um, vão saindo por não conseguirem cumprir os objetivos dos desafios propostos. No final de cada temporada um, e apenas um, chegará ao fim e receberá o troféu de MasterChef, cujo “reinado” durará um ano, até vir a próxima temporada. 

Os mortos vão caminhar pela Terra…

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Lembro-me de quando era mais novo, talvez com 16 anos ou assim, ter-me armado em herói e visto um daqueles filmes pouco recomendados para qualquer mente inteligente. Era um filme com zombies e eram aos magotes deles.

 O que acabei por reter do filme, além dos sustos que apanhei, foi uma frase que uma das personagens dizia: “O meu avô costumava dizer, um dia quando o Inferno estiver cheio, os mortos vão caminhar pela Terra…”.